Foto: @shopsoko

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A indústria de artesanato é a segunda maior empregadora em países em desenvolvimento com a maioria da produção acontecendo de forma informal e independente, sendo responsável pelo sustento de milhões.

Apesar de tamanha importância, tal economia acaba se resumindo a sua própria comunidade, já que para tais artesãos, ter acesso ao mercado global de moda é praticamente impossível. E sem chance de se relacionar com mercados maiores, eles acabam “presos” em suas comunidades, sem conseguir crescer economicamente.

Foto: @shopsoko

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Para tratar dessa importante questão, as sócias Gwendolyn Floyd, Ella Peinovich e Catherine Mahugu criaram a Soko.

Fundada no Quênia, Nairobi, a Soko é uma marca de jóias artesanais que tem como objetivo conectar esses artesãos tão talentosos com o consumidor global, dando a eles uma maior oportunidade de crescimento.

Porém, em sua grande maioria independentes, como conectar e empoderar tais artesãos para que eles pudessem competir no mercado internacional? Para a Soko, tudo estava relacionado à tecnologia.

Com seu QH atualmente localizado em São Francisco, mas ainda com duas das sócias vivendo no Quênia, a Soko desenvolveu o que eles chamam de “fábrica virtual.” E para fazer parte desse sistema, basta um celular.

A partir dele, conseguem coordenar mais de 1300 artesãos independentes.

Já os artesãos, recebem através de seus celulares, pedidos, são capazes de controlar estoque e ainda o pagamento pelas peças produzidas.

Com essa plataforma, a Soko torna capaz a esses artesãos participar do mercado global, pois não só agora eles têm acesso, mas também tem volume suficiente para competir.

Além disso, ao estarem conectados, eles também conseguem as tendências tendências, passando a produzir peças com o estilo atual e, assim, com uma maior chance de venda.

Se você ainda não ouviu falar na Soko, vale a pena acessar seu site recheado de peças lindas e com entrega internacional: www.shopsoko.com

Adriana Zemel1 Comment